segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Eu não sei o que tu tens, que me envolve e te envolve e me mastiga. Da onde tiras tuas histórias com olhos gigantes e embalo marcante e ao mesmo tempo irrelevante, que não nos mudaria em nada, mas sentiria falta se não. E o que me vidra em minha retina teus caminhos, tuas costas. O que me toma na vontade que sufoca só em te ver, te sentir. Saberia te dizer tudo que penso, uma vez tendo a certeza que não estas ouvindo, pois me mata falar de meus sentimentos, assim recuado, defensivo e inseguro. E mesmo que já saibas melhor do que ninguém, que na vida que vivo te enfrentar é um desafio, e olhar-te nos olhos uma vez mais, dizer-te com a certeza que escrevo, que seja breve, mas que seja por inteiro.

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